A Vereadora Andrea Cristina Moreto Gonçalves solicitou informações à Prefeitura, por meio do Requerimento nº 127/2026, sobre a quantidade de casos de esporotricose animal e humana notificados em Jales nos anos de 2024, 2025 e 2026. A propositura foi aprovada por unanimidade nesta segunda-feira, dia 5 de outubro, na 1867ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal.
No documento, a parlamentar salientou a necessidade de se obter informações atualizadas sobre a ocorrência de casos de esporotricose animal e humana na cidade, bem como sobre as medidas adotadas pelo poder público para a prevenção e controle da doença, além de explicar que a esporotricose é uma doença causada por fungos do gênero Sporothrix, que pode acometer animais e seres humanos, apresentando potencial de transmissão por meio de arranhaduras, mordidas e contato direto com animais infectados.
Também afirmou que os registros de esporotricose animal no Estado de São Paulo apontam significativa ocorrência da doença em felinos, “circunstância que reforça a importância de ações de vigilância, orientação aos tutores e controle populacional desses animais”, e ressaltou a necessidade de acompanhamento dos casos registrados em Jales, especialmente quanto ao diagnóstico, tratamento e fornecimento de medicamentos, bem como às medidas de prevenção da transmissão da doença.
Ainda, destacou a importância de ações permanentes de educação em saúde e conscientização da população, dos tutores de animais e dos profissionais que atuam na área, visando a reduzir os riscos de transmissão da esporotricose.
A partir disso, Moreto perguntou, no Requerimento, quantos casos de esporotricose animal e humana foram notificados na cidade em 2024, 2025 e 2026, até o momento.
Outra dúvida foi qual é o protocolo atualmente adotado pelo município para diagnóstico, acompanhamento e tratamento dos casos de esporotricose animal e humana.
Mais uma questão foi se o município disponibiliza gratuitamente medicamentos para o tratamento da esporotricose, especialmente o antifúngico itraconazol, para animais e pessoas diagnosticadas com a doença. Em caso afirmativo, quis saber como é realizado o fornecimento.
Moreto também indagou quais ações de prevenção e controle da esporotricose estão sendo desenvolvidas pelo município, especialmente quanto à orientação dos tutores, controle populacional e castração de felinos, assim como de conscientização da população.
Por fim, questionou se existem campanhas ou ações permanentes de orientação aos tutores de animais e aos profissionais da área da saúde sobre os cuidados necessários para se prevenir a transmissão da esporotricose. Se sim, quis saber quais ações estão sendo ou serão realizadas.
Outros detalhes sobre o Requerimento estão disponíveis no link https://jales.siscam.com.br/Documentos/Documento/55624.

Wednesday, 28 de October de 2026 
