A Secretária Municipal de Saúde, Nilva Gomes Rodrigues de Souza, respondeu ao Requerimento nº 49/2026, de autoria da Vereadora Franciele Cristina Villa Matos (PL), sobre a existência de local específico destinado ao acolhimento e tratamento de pessoas com dependência de álcool e drogas ilícitas.
No Requerimento, Villa perguntou se Jales possui atualmente local específico destinado a esse serviço. Em caso afirmativo, quis saber onde se localiza e quais são os procedimentos necessários para que o cidadão tenha acesso a ele, inclusive para internação voluntária.
Em ofício, Souza respondeu afirmativamente. “As pessoas que apresentam algum tipo de sofrimento em função de dependência de álcool e outras drogas podem ser atendidas no [Centro de Atenção Psicossocial] CAPS I de Jales, Ambulatório Municipal de Saúde Mental e [Centro Integrado de Atendimento em Saúde Mental à Criança e ao Adolescente] CIACA, a depender do grau de dependência e idade do interessado no tratamento. Para tratamento no CAPS I, a pessoa deve procurar diretamente o serviço, que funciona das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira. Para o Ambulatório Municipal de Saúde Mental e CIACA, a estratégia de saúde da família - ESF deve ser procurada para avaliação prévia”, informou.
Na ocasião da elaboração do Requerimento, Villa havia indagado, em possibilidade de inexistência de local próprio mantido pela municipalidade, se haveria estudos ou planejamento por parte da administração para a implantação de uma clínica pública voltada ao acolhimento e recuperação de dependentes químicos.
Como Souza afirmou que existem locais para essa finalidade, respondeu “Sem efeito” a esse questionamento.
Mais uma dúvida de Villa no Requerimento foi se existe a possibilidade de o município firmar parcerias com clínicas privadas ou entidades especializadas, visando a garantir o atendimento e tratamento adequado às pessoas acometidas pelo problema.
A resposta foi que o município conta com três hospitais de referência para internação e tratamento desse público: Hospital Mahatma Gandhi, em Catanduva, Santa Casa de Misericórdia de Tanabi e Polo de Atenção Intensiva em Saúde Mental - PAI Jaci. “Em relação às comunidades terapêuticas, há referências estabelecidas por meio do [Departamento Regional de Saúde] DRS XV, de São José do Rio Preto, e reguladas pelo [Sistema Informatizado de Regulação do Estado de São Paulo/Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde] SIRESP/CROSS”, detalhou Souza.
Por último, Villa questionou se há atualmente algum programa, convênio ou ação em andamento na cidade voltado ao atendimento de pessoas com dependência química. Se sim, pediu detalhes.
A Secretária salientou que são realizados os tratamentos supramencionados.
Outros detalhes sobre o Requerimento e a resposta estão disponíveis no link https://jales.siscam.com.br/Documentos/Documento/54581.

Friday, 05 de June de 2026 
